MOSTEIRO DE ALCOBAÇA

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O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça constitui o melhor, mais expressivo e belo documento, existente, de arquitectura cisterciense em toda a Europa cristã. A construção inicial, como a de todas as velhas abadias da Ordem, envolveu-se pelo tempo fora de outras construções, pelas necessidades da clausura e pelas exigências de novas preocupações estéticas. A fachada do grandioso monumento, com os seus 221 metros de comprimento, impõe-se pelas suas proporcionadas dimensões e compõe-se de três corpos distintos - Ala Norte, Igreja e Ala Sul. Depois das modificações sofridas no séc. XVII e XVIII, na ala norte ficaram situadas as hospedarias, com aposentos para os reis e as visitas ilustres, a Sala das Conclusões e outras dependências. Na Ala sul, construída depois do terramoto de 1755, estavam os aposentos dos Abades Trienais e o Colégio de Nossa Senhora da Conceição.
Este Mosteiro de Sta Maria de Alcobaça faz parte do Património da Humanidade. D.Afonso Henriques , dentro do objectivo de consolidação do território a norte do Tejo, doa o couto de Alcobaça aos Monges de Cister, que teem a fama de serem empreendedores e autosuficientes. Este mosteiro foi fundado em 1153 , contemporâneo com o Romanico ainda em uso no norte de Portugal. Será um Gótico inicial, e a sua construção inicial de 1178 seria interrompida pelos ataques mouros entre 1184-1195, e retomada durante a primeira metade do séc. XIII.A primeira igreja de estilo Cisterciense, foi substituida pela segunda que seguiu as influencias da Abadia de Claraval. O seu pórtico actual de fachada actual data de 1702, Barroca, veio substituir a original Gótica, tendo permenecido apenas a sua grande rosácea e o portal axial ou portico de entrada de arco quebrado. Trata-se de Gótico Cistercience, procura-se a monumentalidade, verticalidade, e a luz. São os primeiros arco-butantes que suportam as cargas das abóbodas de cruzeiro, ainda que a cobertura ainda seja comum às 3 naves. Distanciando-se do mundo exterior pela cerca, o mosteiro dispunha, inicialmente, apenas das dependências em torno do Claustro de D.Dinis. A sua construção exigiu a alteração dos leitos dos rios Alcoa e Baça de forma a facilitar o uso doméstico das suas águas , mas percavendo-se de inundações. Após a remodelação administrativa de 1567 que transformou a ordem na Congregação Autónoma Portuguesa de Cister, foram realizadas obras de grande vulto durante os séculos XVI, XVII e XVIII para construção do palácio abacial, onde ficaria alojado o abade geral. Destas obras resultou o aumento das alas norte e poente do mosteiro, incluindo a fachada da igreja, sendo-lhes dado um alinhamento, uniformidade, simetria e a teatralidade típica do espirito barroco.

The evolution of the Monastery

The Abbey of Santa Maria de Alcobaça, is the finest example of Cistercian architecture in Christian Europe. In the course of time, to meet the needs for seclusion, wings were added, but these, for aesthetic reasons, in the then modern architectural style. The façade of this great monument measures no less than 221 meters and consists of three distinct bodies : North wing, Church and South Wing. As a result of the alterations during the 17th and 18th Centuries, the north wing comprised de quarters of the Royal family and illustrious guests, the Hall of Conclusion and other dependencies. In the south wing, built after the 1755 earthquake, was the apartments of the Triennial Abbots and the College of Nossa Senhora da Conceição.
Distanced from the outside world by the enclosure, the Monastery initially included only the annexes around the Cloister of King Dinis. It´s actual construction required the beds of the Rivers Alcoa and Baça to be altered to facilitate domestic use of their waters and, simultaneously, to prevent flooding. After the administrative reform in 1567, that transformed the Order into the Portuguese Autonomous Congregation of Cister, extensive work was carried out during the 16th, 17th and 18th centuries, to construct a suitable residence for the Abbot-General. These works greatly improved the north and west wings of the monastery, including the façade of the Church, giving them an alignment, uniformity and symmetry according to the barroque spirit.



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